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Por meio da neuropsicologia, da PNL, da inteligência emocional e até de um mestrado, sigo me tornando uma eterna aprendiz da mente humana. Há mais de 17 anos, acompanho pessoas em seus processos de reencontro com a própria história, com o corpo que sente e com a mente que, às vezes, se perde tentando dar conta de tudo. Acredito que nossas dores são bússolas, não castigos sinais que apontam o caminho de volta ao que é essencial. Não falo de saúde mental como conceito, mas como prática diária: olhar para dentro, reorganizar o caos e aprender a respirar antes de recomeçar. Porque cuidar da mente é, para mim, um ato de coragem e a forma mais lúcida de amar a vida.
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