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Pio Rambo escreve desde a infância. Sua vontade em por no papel veio no dia em que, aos 9 anos de idade, fez uma redação e caiu no sorteio para ler aos colegas durante a aula. A redação: "Gostar de Viver." Isso impressionou tanto a professora pelo que descreveu que ela o estimulou a nunca deixar de escrever tudo o que sentia. Veio a puberdade, diários e muitas redações. Enfim, depois de formado no ensino médio veio o primeiro livro (nunca publicado: Sinistras Noites de Outono). Depois, muitas crônicas e muitos textos entre contos e mais uma meia dúzia de livros nunca publicados. Após seu casamento, depois de 31 anos nessa relação, sua esposa veio a falecer em tão rápido tempo, que ele se viu perdido no mundo hostil onde tudo isso aconteceu. E veio a ideia: Escrever um livro. E eis que o seu primeiro livro foi publicado: "Bere, Minha Vidinha." Não foi um Best-seller, mas para a família e conhecidos veio a ser o marco da passagem e história de uma grande pessoa, imortalizada nesse livro. E, por ter o dom de escrever, ele fez inúmeros artigos em jornais e revistas dos anos 80, 90 e 2000, todos escritos em alemão Hunsrickisch - a segunda língua mais falada no Brasil - onde adquiriu inúmeros leitores assíduos, tanto é que suas colunas semanais ficaram no ar em três jornais de 1983 até 2008. Hoje, trabalhando em prol do resgate das histórias dos bastidores da eletrônica, profissão que exerceu por mais de 45 anos, Pio Rambo faz uma coluna mensal na revista WR Eletrônica desde 2020. E a compilação de 55 casos reais é contada neste livro. Lições, fatos pitorescos e engraçados, todos reais.
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