Pensar criticamente a língua alemã em contexto brasileiro implica considerar não apenas o que essa língua possibilita, mas também quais memórias ela pode ter auxiliado a silenciar, quais narrativas reforçou e quais diálogos ainda precisa construir. Esta coletânea busca, assim, contribuir para uma discussão que consideramos indispensável no campo das línguas, da formação docente e das humanidades: necessidade de repensar criticamente o lugar da língua alemã no Brasil a partir de suas relações com memória, colonialidade, plurilinguismo, educação linguística e justiça epistêmica.