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Mauricio de Sousa nasceu em 27 de outubro de 1935, numa família de poetas e contadores de histórias, em Santa Isabel, no interior de São Paulo. Ainda criança, mudou-se para Mogi das Cruzes (SP), onde descobriu sua paixão pelo desenho e começou a criar os primeiros personagens. Com 19 anos, foi para a capital do estado tentar trabalhar como ilustrador na Folha da Manhã (hoje Folha de S.Paulo). Só conseguiu uma vaga de repórter policial. Em 1959, publicou sua primeira tira diária, com as aventuras do garoto Franjinha e do seu cãozinho Bidu. As tiras de Mauricio de Sousa espalharam-se por jornais de todo o país, levando-o a montar um estúdio que hoje dá vida a mais de 400 personagens. Em 1970, lançou a revista Mônica e, em 1971, recebeu o mais importante prêmio do mundo dos quadrinhos, o troféu Yellow Kid, em Lucca, na Itália. Seguindo o sucesso de Mônica, outros personagens também ganharam suas próprias revistas, que já passaram pelas editoras Abril e Globo e atualmente estão na Panini. Dos quadrinhos (que já venderam mais de 1 bilhão de revistas pelo mundo inteiro), eles foram para o teatro, o cinema, a televisão, a internet, parques temáticos e até para exposições de arte. Desde maio de 2011, Mauricio de Sousa ocupa a cadeira número 24 da Academia Paulista de Letras.
Eliana Martins nasceu em 1949, na cidade de São Paulo (SP). Formou-se em Psicologia e em Artes Visuais, ambas na Universidade Paulista (Unip), é escritora de literatura infantil e juvenil há mais de trinta anos e já ultrapassou a marca de cem livros publicados no Brasil, muitos deles pela Melhoramentos, como A vizinha antipática que sabia matemática, cujos direitos foram vendidos para a Turquia, e O professor de português enlouqueceu de vez. Foi autora-roteirista de programas infantojuvenis de 1994 a 1997 para a rede Record, entre eles Os impagáveis (vinhetas entre filmes dos Três Patetas) e Agente G. É autora de textos teatrais infantis e juvenis, além de membro da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) e do conselho da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ). Foi finalista do Prêmio Jabuti em 2008 e do Barco a Vapor em 2005. Ganhou vários prêmios, como o APCA e o Selo Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Em 2022, recebeu o Prêmio Flipoços de Melhor Livro de Imagem.
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